23º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Vós sois justo, na verdade, ó Senhor, e os vossos julgamentos são corretos. Conforme o vosso amor, Senhor, tratai-me (SI 118,137.124).

Reunidos em nome de Jesus, temos a garantia de sua presença entre nós. A liturgia nos motiva a agir com caridade para com os irmãos e irmãs, superando os conflitos com diálogo acolhedor, a fim de que a harmonia e a paz reinem em nosso meio. A Palavra de Deus, à qual dedicamos especial atenção neste mês, solidifique nossa vocação cristã de conviver fraternalmente com todos.

Evangelho: Mateus 18,15-20

Aleluia, aleluia, aleluia.

O Senhor reconciliou o mundo em Cristo, / confiando-nos sua Palavra; / a Palavra da reconciliação, / a Palavra que hoje, aqui, nos salva (2Cor 5,19). 

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus

Naquele tempo, Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: 15“Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, a sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público. 18Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isso lhes será concedido por meu Pai que está nos céus. 20Pois, onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estou aí, no meio deles”. 

Palavra da salvação.

Reflexão

O Evangelho deste domingo está dentro do capítulo que trata do “discurso comunitário”, ou seja, das orientações do Mestre aos seus discípulos. O texto pode revelar como as comunidades cristãs excluem pessoas com muita facilidade. O esforço da comunidade deve caminhar sempre no sentido de “salvar e recuperar” a pessoa. A   comunidade tem poder para tomar a decisão final, mas isso não pode ser na base do autoritarismo, e sim com amor e compreensão. Em geral, é mais fácil “excluir que incluir”. Devemos reconhecer que ninguém é perfeito e não é pelo fato de sermos cristãos que estamos livres de cometer deslizes. Jesus nos desafia a sentirmo-nos responsáveis uns pelos outros. A proposta da “correção fraterna” é válida para a comunidade cristã, para as famílias e para qualquer grupo de convivência.

(Dia a dia com o Evangelho 2026)

Fonte: https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/dia-23-domingo-15/

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