Se levardes em conta, Senhor, nossas faltas, quem haverá de subsistir? Mas em vós se encontra o perdão (SI 129,3s).
Esta liturgia nos convida a participar da festa do banquete divino. Nele há justiça e fraternidade, na comunhão com Deus e com o próximo, compartilhando alegrias e dificuldades. A condição é estarmos vestidos com traje adequado, sendo portadores de misericórdia, em adesão à graça recebida. Celebremos o Cristo, unidos na missão com a juventude, neste seu dia.
Evangelho: Mateus 21,33-43
Que o Pai do Senhor Jesus Cristo / nos dê do saber o espírito; / conheçamos, assim, a esperança / à qual nos chamou, como herança! (Ef 1,17s)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
Naquele tempo, 1Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, dizendo: 2“O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho. 3E mandou os seus empregados para chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram ir. 4O rei mandou outros empregados, dizendo: ‘Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais cevados já foram abatidos, e tudo está pronto. Vinde para a festa!’ 5Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, 6outros agarraram os empregados, bateram neles e os mataram. 7O rei ficou indignado e mandou suas tropas para matar aqueles assassinos e incendiar a cidade deles. 8Em seguida, o rei disse aos empregados: ‘A festa de casamento está pronta, mas os convidados não foram dignos dela. 9Portanto, ide até as encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes’. 10Então os empregados saíram pelos caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados.] 11Quando o rei entrou para ver os convidados, observou aí um homem que não estava usando traje de festa 12e perguntou-lhe: ‘Amigo, como entraste aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem nada respondeu. 13Então o rei disse aos que serviam: ‘Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o fora, na escuridão! Aí haverá choro e ranger de dentes’. 14Porque muitos são chamados, e poucos são escolhidos”.
Palavra da salvação.
Reflexão
Jesus está no templo de Jerusalém e dirige mais uma parábola às autoridades (sacerdotes e anciãos do povo), comparando o Reino dos Céus ao casamento de um filho de rei. Para esse casamento, os servos saem às ruas e vão em busca de convidados, insistem no convite até a sala ficar cheia. A atenção dessa parábola recai sobre os convidados. Todos são convidados a participar do banquete no Reino de Deus, uns aceitam e tomam parte na refeição; outros preferem cuidar do seu campo (produção) e do seu negócio (mercado). A parábola não trata da questão da “retribuição”, todos são convidados “maus e bons”. Aqui, o rei não pede frutos, mas apenas a aceitação ao convite. Chama a nossa atenção o convidado sem o “traje de festa”. Não basta entrar e tomar parte na mesa, é necessário o “traje da justiça” para participar do banquete, mudança de mentalidade e adesão à conversão. A alegria do rei é ver a “casa cheia” de comensais em festa, vivendo a fraternidade e a partilha.
(Dia a dia com o Evangelho 2026)
Fonte: https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/dia-11-domingo-13/



